Histórias em Inglês

Algumas das histórias são apresentadas também em Inglês num trabalho de articulação com a professora de Inglês Maria João César (professora das AECS na EB do Lamaceiro no ano de 2011/2012)


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sábado, 13 de setembro de 2008



O VINHO




Um menino quando saiu da escola ao passar em frente de uma taberna, escutou os risos dos homens que ali estavam a brindar com os copos, palavras que não entendia.

À noite encontrou o avô e perguntou-lhe o que queriam dizer com aquelas palavras: “Arrebente que o deu!”. O avô então, explicou-lhe que era uma brincadeira para que as videiras arrebentassem muitos cachos de uvas na próxima vindima, assim terão bastante vinho para beber.

O menino ficou aliviado e pensou, bem que poderia arrebentar mais cacau na próxima colheita, assim teremos mais chocolates para comer.




Mariana Ventura (autora brasileira)

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

A Estrelinha


Conta-se que um menino chamado Pedrinho, todas as noites ficava a olhar para o céu a contemplar uma bela estrela que brilhava mais que as outras. Sonhava em pegar a estrelinha e guardá-la só para si.

Uma noite, subiu ao cimo da Serra da sua aldeia, e apanhou a estrelinha. A sua mãe descobriu e ordenou que ele a devolvesse. Quando Pedrinho estava a chegar ao cume da montanha para devolver a estrelinha, escorregou e bateu com a cabeça numa pedra e morreu.

No dia seguinte foi enterrado com sua estrelinha, e ficou com ela para sempre.



Baseado no conto de Vergílio Ferreira – Mariana Ventura

terça-feira, 5 de agosto de 2008

A MÃE CARANGUEJO E SUA FILHA


Passeavam pela praia mamãe caranguejo e sua filha. A mãe repreendeu a sua filha: “Não ande assim de lado!” “E não se arraste pela areia molhada enquanto caminha.”


“Claro mamãe”, respondeu a caranguejinha, “mostre-me como eu devo fazer, e seguirei o seu exemplo.”


A mãe caranguejo por mais que tentasse não conseguia andar para a frente.
A filha então disse para a mãe: "Não queira ser diferente daquilo que somos."


Mariana Ventura (autora brasileira)

quinta-feira, 31 de julho de 2008

OS PARVOS



Certa vez, dois amigos que trabalhavam nas obras, estavam viajando de avião quando houve uma pane e o avião caiu no deserto.


Eles foram os únicos sobreviventes.


Mas quando viram tanta areia, ficaram desesperados. E um falou para o outro:


-Amigo, nunca mais sairemos daqui! Imagine quando chegar a brita e o cimento, estaremos perdidos para sempre !


Mas, logo em seguida apareceu o pessoal do resgate e os levaram felizes para as suas casas.



Mariana Ventura (autora brasileira)

terça-feira, 22 de julho de 2008

BONECA DE SAL Um dia apareceu na Fazenda Vanguarda uma boneca de sal. Ela veio visitar a Fazenda, passeou durante o dia e ao anoitecer foi procurar um abrigo na estrebaria. Arranjou um pouco de feno e fez sua caminha no canto da manjedoura.

De manhã cedo quando entraram as vacas para serem ordenhadas, puseram-se a lamber a bonequinha. E ela começou a se dissolver. E quanto mais vacas entravam na estrebaria, mais se dissolvia até que só restou um pouco do seu corpo.

Antes de derreter-se totalmente, exclamou a Boneca admirada: -Agora sei quem eu sou!

Mariana Ventura (autora brasileira)

domingo, 13 de julho de 2008







A MULA SEM CABEÇA







Contam os antigos, que há muito tempo atrás, vinha um Padre rezar missa, aos domingos, na Capelinha da Fazenda.

O Padre era um rapaz bonito e as moças não faltavam às missas para ouvirem o seu sermão. Uma bela moça da colônia, chamada Francisca, apaixonou-se Pelo Padre.
Até que um dia, o castigo, pelos seus pensamentos, foi o de ser transformada em mula sem cabeça.

A pobre Francisca continua sendo a mula sem cabeça da Fazenda Vanguarda, assustando as pessoas e os animais na mata, em noites de lua cheia.


Folclore brasileiro-Adaptação: Mariana Ventura (autora brasileira)

terça-feira, 8 de julho de 2008

A História do meu avô



Era uma vez um rapaz muito inteligente e trabalhador. Morava numa terra muito pequena e pobre. Sonhava em ter uma vida melhor do que as dificuldades que ali enfrentava.

Um dia, resolveu partir de sua pequena aldeia em busca de outras terras. Na despedida, abraçou seus pais e disse: -Terra pequena não faz grandes homens!

Partiu em busca de novas oportunidades. Com muito esforço e inteligência, conseguiu vencer na vida. Formou seus filhos para que tivessem um futuro melhor e retornou a sua pequena aldeia.

Tornou-se um grande homem, criado numa terra pequena!

Mariana Ventura (autora brasileira)

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Curupira


Certa noite Mariana ouviu um barulho. Abriu a janela e viu sentado, num galho da mangueira, um menino de cabelos de fogo comendo uma manga. Ao vê-lo, fugiu.

Mariana chamou seu pai e foram até o quintal em frente da casa, e viram que as pegadas feitas por ele eram de pés virados para trás.

Seu pai explicou que o curupira é o guardião dos bosques e dos animais e seus pés são virados para trás para enganar as pessoas, e que também possui o dom de ficar invisível e castiga aqueles que não respeitam a natureza.


Folclore brasileiro- adaptação de Mariana Ventura

segunda-feira, 12 de maio de 2008

A Joaninha

A Joaninha





Era uma vez uma Joaninha que estava pousada numa flor. Um menino pegou nela. A Joaninha pôs-se a passear na mão do menino. O menino pôs-se a olhar para a Joaninha e disse:

- Joaninha voa, voa que o teu pai foi a Lisboa buscar um rabinho de sardinha para a joaninha, joaninha voa, voa…

Mas a Joaninha não voou porque a mão do menino era confortável e fofa.

Daniela 2.º ano da EB1 Lamaceiro 2007/08

Os ratos e o gato

Os ratos e o gato



Era uma vez um gato que andava sempre à caça de ratos.

Um dia os ratos fizeram uma reunião para resolver a situação.

E um rato dos mais novos teve uma ideia e disse:

- Se puséssemos cola nos pés do gato quando ele estivesse a dormir, quando acordasse, não conseguia andar e assim não nos apanhava.

O rato mais velho levantou-se e disse:

- E quem vai pôr cola nos pés do gato?

Desta vez nenhum dos ratos teve mais nada a dizer.


João Carlos – 3.º ano da EB1 Lamaceiro 2007/08

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

O sapo e o jardineiro


Um jardineiro encontrou um sapo no jardim e escorraçou-o. Lá foi o sapo a chorar. Um menino encontrou-o.

-Que tens sapinho?

O sapinho contou tudo.

O menino, pegou no sapo, foi ter com o jardineiro e explicou-lhe que os sapos são bons para os jardins. O jardineiro arrependeu-se e convidou o sapinho para viver no jardim. O sapinho, malandro, pediu:

- Já agora podias deixar viver comigo a minha noiva…

- Está bem...

Foi o que o sapinho quis ouvir. Foi buscar a sua noiva e ali ficaram a viver felizes para sempre.

~FIM~

História colectiva elaborada pelos alunos do 2º e 3º anos da EB1 Lamaceiro - Telões 2007/08

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

O Lobo e o Cordeiro

Era uma vez um cordeiro que foi beber
água ao regato.
Um lobo estava a passar lá, viu-o e pensou em meter-se com ele.
Aproximou-se e disse-lhe:
- Estás a turvar a minha água!
- Não estou a turvar a tua água porque estou abaixo de ti, a água não corre para a nascente.
O lobo insistiu:
- No ano passado trataste mal os meus pais!
- No ano passado eu não tinha nascido.
O cordeirinho respondia a tudo mas o lobo decidiu comê-lo.
Dulce Maria Teixeira Martins 4.º An0 Turma 17

lustração de: Sara Raquel Marinho Pereira 4.º ano Turma 17



The wolf and the lamb


Once upon a time there was a lamb that has been drinking water to the creek.
A wolf was going on there, saw it and thought of getting with it.
He approached him and said:
-  You are muddy my water!
- I'm not to cloud your water because I'm following you, the water does not run for the spring.
Wolf insisted:
- Last year you treated my parents badly!
- Last year I was not born yet.
The little lamb replied to all but the wolf decided to eat it.


Author: Dulce Maria Teixeira

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O João

Todos se metiam com o João porque ele não se sabia defender.
Na escola, o Miguel quando jogavam à bola fazia-lhe sempre rasteiras. E os colegas riam-se às gargalhadas. O João ficava triste.
Mas um dia o João fez-se esperto. Estavam na escola e, como costume, lá vinha o Miguel fazer-lhe rasteiras. Mas o João fez uma finta, fugiu e depois, sem o Miguel contar, fez-lhe uma rasteira. E o Miguel caiu no chão e sujou-se todo. Todos se riram do Miguel e aplaudiram o João.
Agora o Miguel já não faz rasteiras ao João.
Patrícia Isabel Eb1 Lamaceiro
O menino triste
Era uma vez um menino que era filho de pais divorciados.
Vivia tão triste por isso que muitas vezes fugia de casa, refugiava-se no monte em cima de um velho carvalho e punha-se a chorar. E, desesperado, só pensava em fazer asneiras. Já todos diziam que ele ainda se ia tornar num criminoso.
Mas um dia aconteceu um milagre!
Os pais decidiram ficar juntos de novo.
Foi a maior felicidade do menino. Nunca mais se portou mal e nunca mais sentiu vontade de fugir e de chorar.
E viveu feliz para sempre junto dos seus pais.





~FIM~






Elsa Diana - EB1 Lamaceiro – Telões 2007/08

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

O gato e o rato



Era uma vez um rato e um gato que, ao contrário dos outros gatos e dos outros ratos, eram amigos. O gato deixava o rato viver em casa dele e o rato arranjava queijo para os dois.

Mas um dia zangaram-se. Disse logo o rato:


- Vou embora e vou levar o queijo.


Mas o gato que era mais forte tirou-lho e escondeu-o.




O tempo passou e o gato sentiu muitas saudades do ratinho. Então, chamou-o, foi buscar o queijo, fizeram as pazes e juraram viver juntos e amigos para sempre.

Cristina EB1 Lamaceiro – Telões 2007/08





 The cat and the mouse



Once upon a time there were a mouse and a cat, unlike other cats and other mice, were friends. The cat let the mouse live in his house and the mouse get cheese for both.
But one day they get angry.
Said right the mouse:
- I'm leaving and I'll take the cheese.

But the cat that was stronger took him the cheese and hid him.
Time passed and the cat missed the mouse. So, he called it, gets the cheese, made ​​peace and swore to live together and be friends forever.

Author:  Cristina EB1 Lamaceiro – Telões 2007/08

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

A pomba e a formiga

Uma formiga que estava com muita sede foi beber água a um charco.
Ela meteu-se em cima de um ramo flutuante e começou a beber. De repente caiu ao charco e ficou muito aflita. Uma pomba que passava lá em cima, viu a formiga a afogar-se e pegou num pau para a formiga o agarrar e poder sair da água.

A formiga agradeceu à pomba. Entretanto apareceu um caçador e apontou a arma para a pomba. A formiga subiu até ao braço do caçador e mordeu-o. Ele errou a pontaria e a pomba fugiu.

Pedro Teixeira - 3.º Ano - Turma 14 - 2006/07

 The dove and the ant

An ant that was very thirsty was drink water in a pond.
She got on top of a floating branch and began to drink. Suddenly fell to the pond and was very distressed. A
dove that was passing it over saw the ant to drown and picked up a stick to grab the ant and took her out of the water.
The dove thanked the ant. But a hunter appeared and pointed a gun at the dove. The ant climbed up to the hunter's arm and bit him. He missed the shot and the dove fled.
Author: Pedro Teixeira 3º ano turma 14 2006/2007

A Cigarra e a Formiga

Uma cigarra passava o dia a cantar sem preocupações
Chegou o Inverno e ela não tinha nada na sua despensa.
A vizinha formiguinha ia sempre trabalhar para que nada lhe faltasse e por isso tinha a despensa cheia de comida.
Então, a cigarra foi a casa da vizinha formiguinha e pediu-lhe uns grãos de trigo. Mas a vizinha como não era parva tinha logo a resposta preparada e perguntou-lhe:
_O que é que andou a fazer no Verão?
_ Andei sempre a cantar! – respondeu a cigarra.
_ Cantou! Pois dance agora!
Lara Rafaela - 3.º Ano - Turma 14 - 2006/07
A revolta das mãos
Um dia as mãos não quiseram calçar os pés. Os pés protestaram:
- Então não nos calças? Não podemos ir assim lá para fora.
As mãos responderam:

- Estamos fartas de trabalhar.

- Então e nós? Não trabalhamos?– protestaram os pés.

Mas as mãos achavam que eram elas as mais sacrificadas. Por isso decidiram fazer greve. E não trabalharam nem mais um dia. Nem para calçar os pés, nem para levar a comida à boca.
Resultado: o corpo, sem se alimentar, enfraqueceu e acabou por morrer. E, claro, morreram os pés e morreram as mãos.
Colectiva - Turma 2.º e 3.º anos EB1 Lamaceiro - Telões 2007/08

O pássaro e o cão

O pássaro e o cão

Era uma vez um pássaro que andava sempre a chatear um cão.

Um dia o cão fez uma armadilha na árvore onde o pássaro tinha o ninho. O pássaro ia para o ninho e caiu na armadilha. O cão, então, pegou nele com as patas e fê-lo prometer que não voltava a chateá-lo. O pássaro aceitou, claro…

O cão agora vive feliz!

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Once upon a time there was a bird that was always nagging a dog.
One day the dog made ​​a trap in the tree where the bird had a nest. The bird went to the nest and fell into the trap. The dog then took him with their feet and made him promise not to come back to upset him. The bird accepted, of course ...

The dog now lives happily!

                                                                  Beatriz - 3.º ano da EB1 Lamaceiro - Telões 2007/08
O cão e o gato

Era uma vez um cão que gostava muito de se meter com um gato.

Esse gato não gostava nada que o cão se metesse com ele. Um dia o cão estava a brincar com ele , ele enervou-se e espetou-lhe as unhas.
O cão a chorar disse:

-És mesmo mau!

O gato respondeu:

-É só para tu aprenderes.

Agora o cão não faz mal ao gato respeita-o.

Matilde Oliveira 3.º ano da Eb1 Lamaceiro